Se trabalha sozinho, não pode atender o telefone enquanto trabalha. Não é um problema de organização a otimizar: é aritmética. Cada chamada que entra enquanto tem as mãos ocupadas é um cliente que, ou volta a ligar, ou liga a outra pessoa.
O que a marcação online substitui de facto
Não substitui o telefone. Muitos clientes preferirão sempre falar consigo, e ainda bem. Substitui as chamadas que falham: o pedido ao fim do dia, quem não deixa mensagem no atendedor, quem prefere não o incomodar.
Essas marcações entram enquanto está na obra, e ficam à sua espera quando olha para o telemóvel.
Manter o controlo da agenda
O receio é legítimo: que um desconhecido lhe encha a semana com as marcações erradas. Três definições impedem-no, e valem dez minutos.
- O que é marcável. Liste apenas as intervenções cuja duração consegue prever. Uma visita para orçamento, sim. «Reparação», não — ainda não sabe se são vinte minutos ou um dia.
- Quando está disponível. Publique horários mais apertados do que os que faz na realidade. A margem absorve o trabalho que se prolonga.
- Com que antecedência. Um pré-aviso de um ou dois dias evita que o marquem para amanhã às oito enquanto dorme.
O que chega do seu lado
Uma notificação e a marcação na sua agenda. Se usar também o add-on Telegram ou WhatsApp, o alerta chega-lhe na aplicação que já consulta — o que conta mais do que parece, porque uma notificação por e-mail lida às nove da noite é uma notificação que de manhã terá esquecido.
O módulo de marcações é um add-on de 9 CHF por mês. Vale a pena ativá-lo quando já tem uma agenda a proteger, não antes.